Por que o inglês continua sendo a chave
É o requisito que mais aparece nas vagas boas, a língua da tecnologia e o passaporte para estudo e viagem. Para um brasileiro ele começa com vantagem: mesmo alfabeto, milhares de cognatos — nation/nação, information/informação — e uma gramática de base que se entende rápido.
O que reprova quase nunca é a capacidade, e sim a constância. A prática curta diária funciona; a maratona de fim de semana, não. O AtoC transforma isso em sistema: unidades pequenas de palavras e exercícios que um algoritmo de revisão traz de volta logo antes do esquecimento.
Vocabulário e gramática, nessa ordem
As mil palavras mais frequentes cobrem cerca de 75% da conversa diária — não é preciso o dicionário inteiro, são precisas as corretas. Os 63 conjuntos cobrem 4.000+ palavras em inglês por tema e nível, cada uma com tradução e transcrição em português. A gramática segue o QECR de A1 a C2: tempos verbais, artigos, phrasal verbs e condicionais com explicações em português.
- Faixas de frequência A1–B2 — primeiro o que mais se usa
- Conjuntos temáticos para viagem, dia a dia, comida e trabalho
- Cada palavra com tradução e transcrição em português
Dez minutos por dia, grátis
Dez a quinze minutos diários trazem progresso visível: a base A1 fecha em cerca de dois meses, um B1 conversacional pede de oito a doze. E o preço é simples: o AtoC é completamente grátis — conjuntos, gramática e exercícios abertos. O único limite é a energia, gasta em exercícios e palavras próprias; uma assinatura a aumenta.
Preparação para exames
Também útil para exames: as faixas de frequência se sobrepõem ao vocabulário de TOEFL, IELTS e TOEIC até o nível B2, e a gramática cobre os pontos mais cobrados — tempos verbais, artigos e phrasal verbs.